Aprendi na vida e com os livros; com meus alunos; com meus clientes e pais. Acredito que está na hora de trocar ideias e multiplicar experiências. Aprendi muito, mas não sei todas as respostas.
domingo, 24 de abril de 2016
Quiet book
As crianças vivem num mundo repleto de informações, facilidades e rapidez tecnológicas e por isso necessitam de tempo para concentração e espaço para descobertas. Nos livros de feltro é possível encontrar o tempo e o espaço para elas!
Abaixo o painel Contos de Fadas: Cinderela
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Livros de pano
Quiet Book
Os livros de tecidos são minha paixão e hobby!
Fico horas confeccionando as páginas e imagino a curiosidade das mãozinhas ágeis mexendo, apertando, tirando, colocando, pregando, abrindo e fechando os zíperes, os botões, as presilhas, os prendedores e todas as descobertas que o livro "Quiet Book" proporciona aos pequenos.
Quiet Book é também conhecido como livro pedagógico, livro tranquilo, livro quieto, livro de tecido e outros.
A criança pode brincar e descobrir um mundo de diferentes sensações, com diversas texturas, cores, camadas, profundidade, que vai ensinando através de surpresas geradas pelo toque sensorial. É feito para principalmente para o entretenimento das crianças, desenvolvimento de habilidades e da coordenação motora da criança.
Existe Quiet book de todo tipo, contando histórias, trabalhando com números, trabalhando com desenhos geométricos e muito mais. Se você não quiser fazer, é interessante comprar para sua criança. O mais interessante é que é um livro feito exclusivamente para crianças e é totalmente interativo.
Algumas páginas que eu confeccionei para um livro:
Fotos: Alexandra Cabral
terça-feira, 5 de abril de 2016
Família Terapêutica
Bonecos de feltro e outros tecidos
Os bonecos de feltro são flexíveis e macios. São excelentes para desenvolver atividades com crianças dos 4 aos 12 anos.
Na brincadeira a criança expõe as suas vivencias sociais e familiares, mesmo quando seu ambiente possui relações sociais entre pais separados, avós falecidos, como por exemplos.
Todos estes gestos da criança no brincar servirão como material a ser observado pelo terapeuta/psicoterapeuta. Em conversas com adultos sobre este tipo de brincadeira, muitas vezes é colocado o temor que o brincar com bonecas reproduza esquemas sociais e fixe funções. Questiona-se o porquê a mãe deve cozinhar e o homem consertar o carro. Perguntam se isso tudo não poderia ser diferente. É obvio que sim. A mulher pode ser motorista de caminhão e o homem professor de jardim-de-infância. Hoje em dia, ninguém tem algo contra este tipo de escolha de emprego e as decisões são livres. O brincar torna-se livre e o terapeuta pode exercitar sua escuta. O que reforça ainda mais a importância para a atuação psicopedagógica destes pequenos bonecos de pano.
Abaixo selecionei as Famílias Terapêuticas confeccionadas por mim.
Fotos: Alexandra Cabral
Ciranda dos livros
O prazer de ler
"O hábito da leitura em nosso imenso país não constitui uma de nossas maiores características. Pelo contrário. Recentemente, pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos em dez países, incluindo o Brasil, mostrou que as crianças e os adolescentes brasileiros leem muito pouco, dedicando a maior parte de seu tempo livre a outras atividades que não a busca pela cultura.
Tanto a criança, como o jovem e o adulto, todos, indistintamente, gostam de ler e leem razoavelmente. No entanto, para que o ato de ler seja prazeroso, é necessário que o texto proposto desperte e aguce o interesse do leitor. A leitura tem que vir acompanhada da satisfação e deve representar o caminho da sabedoria, ou a forma de despertar o espírito para a reflexão, tornando-se um verdadeiro espaço de liberdade, de imaginação e, consequentemente, fonte de alegria e de felicidade."
Que tal estimular a leitura prazerosa com a sua turma usando uma sacola bem bonita para carregar o livro?
A leitura de um livro é um exercício para um mundo de mistérios e descobertas.
Para exercitar o encanto da descoberta criei sacolas para o aluno carregar o livro da "Ciranda dos Livros". A dinâmica da atividade fica a critério de cada professor.
Fotos: Alexandra Cabral
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